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de melhora nas métricas de Pagespeed no mobile
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na taxa de conversão geral em mobile e desktop
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na taxa de bounce rate
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na relação entre pedido capturado e pedido faturado
Fundada em 1980, a Shoulder se consolidou como uma das principais referências no mercado de moda feminina no Brasil, com dezenas de lojas próprias em mais de 16 estados, multimarcas e e-commerce.
Atuante no segmento de vestuário e acessórios, o posicionamento da empresa é de uma marca que “veste o tempo da mulher real”, conectando tendências globais ao comportamento, estilo de vida e necessidades da mulher brasileira.
A empresa também possui base operacional e fabril no Bom Retiro, em São Paulo, o que permite agilidade, qualidade e controle do processo produtivo.
Desafio
O projeto partiu do desejo da Shoulder de sustentar inovação, performance e crescimento no e-commerce.
A marca já tinha bons resultados, mas encontrava limitações na tecnologia anterior. Novas ideias para o e-commerce e para o aplicativo eram desenhadas, mas perdiam força na execução por questões de performance.
O ponto de atenção estava em iniciar a migração pela operação mais madura do grupo, que contava com 90 lojas conectadas ao omnichannel, tornando a instabilidade um risco para vendas, atendimento, operação de loja e experiência da cliente.
Como foi relatado no depoimento da marca:
“Nosso maior receio era a perda de vendas e era colapsar todo o omnichannel, que realmente ali é um ecossistema muito bem amarrado. E não aconteceu.” — Tatiane Monteiro, head de digital e CX da Sholder.
O desafio, portanto, não era apenas migrar de VTEX para Wake. Era preservar a continuidade comercial, reduzir riscos de SEO, manter a operação ativa, melhorar performance, sustentar o omnichannel e criar uma base mais preparada para a evolução do e-commerce.
Também existia a necessidade de desenvolver um checkout headless do zero, considerando recursos específicos para a operação.
Estratégia e solução
A Wicomm conduziu a migração entre as plataformas em aproximadamente 60 dias, contando com a avaliação de friends and family, por 1 semana, antes da operação.
As frentes envolvidas no projeto foram Front e SEO, com a colaboração da Gear na parte de SEO e da Elementar na frente de mídia paga.
A estratégia considerou as principais áreas de impacto em uma migração de e-commerce:
● Navegação;
● Front;
● SEO;
● Checkout;
● Integrações;
● Mídia;
● Operação;
● Estabilidade;
● Omnichannel.
A decisão de migração foi conduzida com cautela. A marca manteve a plataforma antiga no ar enquanto a nova estrutura era construída, avançando para a transição quando identificou estabilidade, performance e capacidade de colocar em prática evoluções que antes não eram possíveis.
Migração de VTEX para Wake
A migração de VTEX para Wake foi o eixo central do projeto.
Em uma operação como a da Shoulder, a troca de plataforma precisava ir além da mudança tecnológica. Era necessária uma base mais rápida, estável e preparada para a complexidade de uma marca com e-commerce ativo, lojas próprias, operação omnichannel e alto volume de pedidos passando por loja.
A migração para Wake permitiu a integração entre a plataforma de venda e OMS dentro do mesmo produto, reduzindo processos manuais e tornando a jornada entre pedido capturado, pedido aprovado e pedido faturado mais eficiente.
Checkout headless desenvolvido do zero
Um dos principais diferenciais do projeto foi o checkout headless da Shoulder, desenvolvido pela primeira vez pela equipe da Wicomm.
O checkout foi criado do zero, considerando a usabilidade de operação da marca e contemplando recursos importantes para a jornada de compra e para a operação comercial.
Entre os principais recursos estavam:
● Retira em loja;
● Receba em casa;
● Função da CRM Bônus, que acumula pontos para o cliente;
● Campo de cupom de vendedor;
● Campo de desconto separado.
A construção headless permitiu criar uma experiência mais alinhada às necessidades da marca, sem depender de uma estrutura genérica que não contemplasse todos os fluxos da operação.
Ação colaborativa entre front e SEO
A frente de front teve papel direto na construção da nova experiência digital da Shoulder dentro da Wake.
O objetivo era criar uma interface funcional, adequada à identidade da marca e preparada para conduzir a usuária ao longo da jornada de compra com mais fluidez.
A frente de SEO foi essencial para apoiar a migração e reduzir riscos relacionados à presença orgânica, para que a visibilidade do site nos buscadores não fosse afetada.
Friends and family
A etapa de friends and family foi usada para avaliar a nova operação antes da abertura mais ampla.
Durante aproximadamente uma semana, a nova plataforma pôde ser testada em um ambiente mais controlado, permitindo identificar pontos de ajuste, validar fluxos e reduzir riscos antes da entrada de um volume maior de clientes.
Resultados
A migração gerou ganhos relevantes para a Shoulder em performance, conversão, operação e faturamento.
Um dos pontos mais percebidos pela marca foi a velocidade do site.
Mesmo trabalhando com imagens de alta qualidade e muitos vídeos, a nova estrutura trouxe melhora expressiva no carregamento.
Como destacou Tatiane Monteiro:
“Uma coisa que eu adoro ouvir é que o site da Shoulder voa. O nosso tempo de carregamento é um segundo de verdade, inclusive quando a gente abre no mobile.”
Entre os principais resultados de performance, a Shoulder registrou:
● Melhora de mais de 1000% nas métricas de PageSpeed no mobile;
● Melhora de mais de 350% nas métricas de PageSpeed no desktop.
A Shoulder também registrou avanço em indicadores de conversão:
● Aumento de 75% na taxa de conversão geral, considerando mobile e desktop;
● Redução de 16% no bounce rate.
Outro resultado relevante foi a redução no tempo de aprovação do pedido, que caiu de três horas para oito minutos.
Esse ganho foi especialmente importante para a operação omnichannel. Em uma jornada em que a cliente compra no site e pode retirar na loja, a velocidade entre pedido, aprovação e disponibilidade operacional reduz fricção, melhora a experiência e evita situações em que a cliente chega à loja antes de o pedido estar disponível no sistema.
A nova estrutura também trouxe ganho operacional ligado ao faturamento:
● Ganho operacional de 8% em relação ao faturamento;
● Aumento de 12% na relação entre pedido capturado e pedido faturado.
Esses resultados mostram que a migração da Shoulder não foi apenas uma troca de plataforma. O projeto organizou uma nova base para operação, aquisição, experiência, omnichannel e conversão.
Conclusão
A migração da Shoulder de VTEX para Wake, conduzida pela Wicomm, mostra como um projeto de plataforma pode se transformar em uma frente estratégica para o crescimento do e-commerce.
O checkout headless desenvolvido do zero foi um dos marcos do projeto, além dos resultados expressivos após a realização da migração, como o aumento na taxa de conversão.
Como reforça a própria Shoulder: “Se você não mudar, você vai continuar tendo os mesmos resultados. Então, se você está incomodado com alguma coisa na sua operação, procure o melhor caminho. Sempre dá para fazer melhor.”
Uma parceria de sucesso entre Wicomm e Shoulder.
